Good reporting? Don’t think so.


At first, Dominic Jones (aka @irwebreport ) just mentioned an article for UK magazine “Communicate” today, on ”What does good reporting looks like.” Then, he said he “liked” it. Being Dominic and being Annual Reports one (THE) pet peeves I have, I thought I would like it as well. No quite. And since it takes more than 140 characters to disagree with Dominic, here it is:

The short version: they are asking too much from a single (and already tired) channel. The ideal report should communicate the entire story in a “joined-up story linking business model, markets, strategy, KPIs, risk and material CR issues.” No less.

The long version: If you go ahead and ask AR professionals (design, consulting, etc) what they think “good” report should contain, you are bound receive the “ideal” report. That’s not even that great, since the AR pros are not users of ARs to begin with, so their “ideal” report is probably something that only other AR pros will be able to recognize and appreciate. See that I not even implying that they have a hidden agenda or anything. It’s probably their best advice and they are, I’m quite sure, all very experienced and acomplished professionals. But the piece completely misses the point. 

Moreover, this “good/ideal report” approach dodges the fundamental question: what do you want from the report you are producing? The number of possible answers to this question is as large as the number of respondents, of course. Do you communicate on an ongoing basis, using several (or, at least, a few) channels and maintain a good level of engagement? Well, you report is going to look quite different from the one of a company that keeps it to herself for the entire year. As it probably should. 

It validates my own opinion (no surprizes here, really) that Annual Reports are an overglorified and overworked communication channel that has, in its current form, limited usefulness. 

 

Personal Annual Reports? Really?


Few things in the IR function are, to my taste, a bigger waste of time and resources than Annual Reports. This is one those subject that get me really fired up. I mean, here it is this huge effort to come up with this humongous amount of information, text and numbers an pictures and graphs and what have you, all consolidated into this very nicely and professionally executed document, which is either printed with the best quality materials or put into HTML form in a way few other sites even begin to aspire. And yet, its old, stale information, information that nobody reads or cares for.

So, it is quite interesting to notice this trend of people producing personal “annual reports.” As far as I know, this has started with graphic designer Nicholas Felton, which has been putting his own reports since 2005. In his own words, reports “that collate countless measurements of his year into a rich collection of graphs and maps reflecting the travel, photography, music, food, drink and reading contained in the year.” He recently has created a site for people to collect data and create their own personal annual reports.

If this seems to you like a crazy graphic designer with a lot of free time, well, think again. Here is yet another example, this time from the Lynch family.

All this has made me consider that maybe, just maybe, there is something to the Annual Report process that may be valuable. And this something is lost to current form of Annual Reports companies have been (actually or figuratively) printing.

Then again, may be just one of those Internet fads that happen from time to time. 

Social media, Flash and IR webdesign


The launch of the iPad has added yet another difficulties to the already pretty daunting task of designing a useful and usable IR website. Yes, by now we are all sufficiently aware of the implications of social media for all publics and stakeholders of a Company. And yes, your site should not a deposit of pdf files and other regulatory materials. It should ideally be a place that concentrates your presence on the web. So there you go: post your presentations into SlideShare, your videos into YouTube.com, your microblogging into Twitter and what have you. Everything comes together into your IR site, using those nice widgets.

The foundation of most of the social media sites and of the widgets used to embed the social content into the sites is Adobe’s Flash, a technology that I personally never gave much thought (other than an expletive every now and then, for those irritating calls to update) up until very recently. But, as the recent launch of the iPad made abundantly clear, this is some very shaky foundation. If Flash was once a de facto standard, this status is fading away quickly.

So here we are: what is one to do know, facing the redesign of social media enabled IR websites, under a deadline (thus, unable to wait for HTML5 or whatever) and having to make some very tough decisions. Should we design for the vast majority of Flash enabled machines? Can we afford to disregard the iPhone now (and the iPad soon enough) and embrace the blue Lego pieces? Or should we go overboard and port the site to all different platforms, not unlikely we do for different browsers? 

First, some housekeeping


I’ve moved my personal stuff elsewhere and will be using this posterous as my English language blog for IR and communications things. That said, let’s move on.

Midias sociais e RI: Só fique fora se não quiser conversar


No último dia 07 de outubro participei de mais um evento do IBRI, mas desta vez como um dos apresentadores. O evento foi o Webcast IBRI “Os aspectos jurídicos das mídias sociais” e a minha apresentação está aí, no post anterior. Também no webcast estavam o Geraldo Soares, RI do ItaúUnibanco, e a Dra. Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital. Veja abaixo as apresentações de ambos.

Infelizmente alguns problemas técnicos na teleconferência prejudicaram um pouco as apresentações, que ficaram congeladas. Mas a conversa foi boa e esclarecedora. A Dra. Patrícia é claramente uma craque e sabe do que fala. O Geraldo dispensa apresentações e elogios.

Algumas coisas ficaram bastante claras para mim. A primeira é que companhias com presenças no mercado de capitais, objetivos de comunicação e recursos nas áreas de R.I. muito diferentes, como a WEG e o Itaú Unibanco, vão utilizar as ferramentas de mídia social de formas também diferentes.

A outra conclusão é que a utilização das chamadas mídias sociais é um caminho sem volta e será incorporada pela função de Relações com Investidores assim como vai sendo incorporada pelas outras áreas de comunicações corporativas. E isso por um motivo muito simples, que eu tentei deixar bem claro na minha intervenção: as mídias sociais não são substitutos ou adições aos meios tradicionais de disclosure de informações. Elas são ferramentas para outra função, são formas de CONVERSAR com nosso público, com aqueles com quem não falamos ao telefone, com quem não encontramos em reuniões one-on-one em Non-deal Road Shows ou conferências, que não tem, infelizmente, condições de vir até nossa sede para investir um dia em uma visita.

Conversar significa ouvir primeiro e falar depois. Significa ser honesto, respeitoso, usar linguagem acessível, manter a consistência. Significa ser AUTÊNTICO. Enfim, conversar é o que os profissionais de relações com investidores fazem. Não somos, ou não deveríamos ser, meros provedores de informações. Dar informações de maneira correta (o que significa, necessariamente, de acordo com a regulamentação) é apenas parte do nosso trabalho. E sem fazer pouco do trabalho braçal que cumprir todas as formalidades dá, esta é a parte fácil.

Se você (ou seu consultor de RI) não vê como estas ferramentas podem te ajudar, experimente. Abra uma conta no twitter.com ou no slideshare.net e começe a acompanhar. Quem sabe você não descobre que sua companhia é um assunto constante de algumas conversas e todo mundo estava esperando mesmo é por você.

Webcast IBRI


Apresentação para o Apresentação para o Webcast IBRI “Os Aspectos Jurídicos nas Mídias Sociais (Twitter, YouTube, LinkedIn)”

Workshop IR Awards Brazil 2009


Dia 27 de agosto último participei do Workshop IR Magazine Awards 2009 Brazil, promovido pelo IBRI, Revista RI e pela IR Magazine. Fui moderador do primeiro painel e, como moderador, acabei por conduzir o começo do evento, com as explicações e estatísticas apresentadas pelo Prof. Aloísio Campelo do IBRE-FGV, que conduz a pesquisa de campo para encontrar os vencedores. Várias observações interessantes, que eu vou explorar em uma próxima oportunidade, assim que tiver a apresentação do professor em mãos.

De qualquer forma, o primeiro painel deu bastante assunto. Apresentaram-se os ganhadores Itaú (branding), Cemig (melhor encontro com analistas) e Magnesita (maior evolução em RI). Não creio que seja necessário ou que eu seja a pessoa a acrescentar qualquer coisa ao prêmio do Itaú, que possui a marca mais valiosa do Brasil e um das mais valiosas do mundo. O cuidado com este ativo e o profissionalismo com que o Itaú conduz o processo pode ser facilmente observado por qualquer um, mesmo os leigos, e ficou claro na apresentação do Fernando Chacon.

O prêmio da Cemig também não é surpresa, ao menos para mim, que já tive a oportunidade de participar em minha encarnação anterior, como analista de investimentos. O encontro d a Cemig é uma feliz combinação de excelente conteúdo, compromisso do management e um local bem escolhido. Em encontros como este o perigo é se preocupar com a boa logística e instalações adequadas e acabar promovendo apenas uma festa que não adiciona conhecimento aos investidores /analistas. A Cemig encontrou a fórmula ideal para fugir deste perigo e seu encontro cria valor.

Mas a apresentação mais interessante foi, de longe, a da Magnesita. Confesso que ouço falar da companhia desde que comecei como analista, já faz vários anos. Nunca chamou minha atenção. A Adriana, relações com investidores da Cia., confirmou esta percepção, contando como os novos controladores encontraram uma empresa congelada em alguma década do século passado, ao menos no que diz respeito ao relacionamento com os investidores. O trabalho descrito pela Adriana é absolutamente magnífico, digno de se tornar um estudo de caso na academia e, em certo sentido, emocionante. Mostra como o trabalho do RI é importante e como para realizar algumas coisas não são necessárias grandes equipes ou de grandes orçamentos, mas muita vontade. Confesso que me inspirou.